Venture Capital no Brasil em 2026: Quem Investe e Como

Por: Equipe Stack Brasil 2026 1 min de leitura

Em 2026 o mercado brasileiro de venture capital se acomodou em três faixas: (1) fundos locais grandes com tese definida (Kaszek, Monashees, Canary, Valor Capital), (2) fundos corporate venture estruturados (BTG VC, Bradesco SIM, Itaú Light), e (3) fundos estrangeiros com escritório local ou exposição via co-investimento.

Os fundos mais ativos no Brasil em 2026

  • Kaszek. referência regional, tese cross-vertical, foco em séries A/B/C.
  • Monashees. clássico early-stage brasileiro, tese consumer + B2B.
  • Canary. pre-seed e seed especializado em founders early.
  • Valor Capital Group. fundo americano focado em Brasil e LATAM.
  • Astella Investimentos. early-stage brasileiro com tese B2B SaaS.
  • BTG Pactual VC. corporate venture do BTG, foco em fintech e plataformas reguladas.
  • Igah Ventures. gestora brasileira com tese growth-stage.
  • Volpe Capital. early-stage com tese tech B2B.
  • Bicycle Capital. late-stage e growth brasileiro.
  • Endeavor Catalyst. co-investe em scale-ups brasileiras curadas pela Endeavor.

O cenário pós-correção

Valuations corrigiram entre 30% e 60% em rodadas A e B do auge 2021. Founders aprenderam a captar menos com dilution menor. Fundos exigem PMF demonstrado, runway claro e CAC/LTV publicável. A “narrativa pura” não captura mais cheque.

Stack Brasil, 2026.

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