Stack Brasil, Análises independentes de software houses
Conversamos com CTOs, conferimos entregas em produção e cruzamos dados de retenção, segurança e capacidade técnica para responder à pergunta que todo gestor faz.
Conversamos com CTOs, conferimos entregas em produção e cruzamos dados de retenção, segurança e capacidade técnica para responder à pergunta que todo gestor faz.
Freelancers se vendendo como "software house". Clientes caem na cilada. Projetos atrasam. Quem perde?
Pedimos orçamento para o mesmo app em 42 software houses. A diferença entre o mais barato e o mais caro foi de 11×.
Dólar forte, talento barato e fuso horário compatível: empresas como CI&T, Leven e ilegra desbravam para os EUA.
Análise editorial independente com entrevistas, dados de retenção e comparativo técnico entre as principais empresas do mercado.
Nem toda software house que diz "especialista em fintech" já passou por homologação bancária. Fomos verificar.
Enviamos questionários de compliance para 12 software houses. Apenas 7 respondem satisfatoriamente.
O Stack Brasil nasceu em 2015 de uma frustração simples: não existia no Brasil um veículo independente que avaliasse software houses com o mesmo rigor que a imprensa aplica a restaurantes ou hotéis.
Não somos consultoria. Não vendemos leads. Não aceitamos publi-editorial disfarçada de análise. Nosso modelo é assinatura mais publicidade display. O conteúdo editorial é blindado de influência comercial.
A redação é formada por jornalistas que já foram devs. Sabemos ler um código e entendemos a diferença entre uma API REST e um webhook. Não caímos em jargão de pitch comercial.
Nenhuma empresa paga para aparecer nos rankings. Ponto.
Falamos com clientes reais, não só com o marketing das empresas.
Critérios públicos. Se discorda, argumente. Gostamos do debate.
Empresa grande entrega mal? A gente fala. Pequena surpreende? Também.